Vamos brindar
O mundo tem fome
Longe de mim
Porque se a vida é uma droga
Vamos usar
Porque o sol já se pos
Vou Viajar
Lindas mulheres
Para beijar
Perfume Barato
Em todo lugar
Depois da guerra
Só resta chorar
Feridas abertas
Podem fechar
Vinho barato
Para chapar
Eu e você
Vem viajar
Imagine o futuro da humanidade. Mais especificamente, o ano de 2044, quando guerras e escassez de recursos deixaram precária a economia mundial. Nessa época, até pela forma que caminham as redes sociais, é sucesso uma grande realidade virtual (e que funcione, ao contrário do Second Live), chamada OASIS. Por motivos até que óbvios, tal realidade virtual/rede social surgiu a partir de um jogo criado por James Halliday. Só que o excêntrico milionário morreu e não deixou herdeiros. Dinheiro perdido? Que nada: o primeiro que encontrar o easter egg deixado pelo cara em OASIS herdará tudo. Tudo. Mais exatamente, 240 bilhões de doletas.

Este é o contexto do livro Jogador Nº 1 (ou Ready Player One, no original), do estadunidense Ernest Cline, que a editora LeYa lança no Brasil a partir da próxima semana. A obra é narrada em primeira pessoa pelo jovem Wade Watts, que, claro, irá se aventurar em OASIS para encontrar o tal easter egg. Apesar de se passar no futuro, o livro faz inúmeras referências aos anos 80, década na qual o James Halliday “viveu” sua adolescência e, até por isso, encheu a realidade virtual destas informações. Para você ter uma ideia, o livro até faz um homenagem ao sensacional filme Blade Runner em um dos seus trechos. Goonies, De Volta para o Futuro e Negócio Arriscado (aquele filme sensacional com o Tom Cruise adolescente AND tchutchas) também estão entre as outras referências citadas.
Aliás, o ator Wil Wheaton, interprete do ator Wesley Crusher na série Jornada nas Estrelas – A Nova Geração (além de inimigo mortal do Sheldon em The Big Bang Theory, o que faz dele um cara sensacional), também aparece no livro – além de narrar o audiobook gringo.
Lá fora, Jogador Nº 1 foi lançado em agosto do ano passado, mas desde 2010 já têm os direitos de adaptação comprados pela Warner – uma prática cada vez mais comum em tempos de falta de criatividade dos roteiristas e no qual um livro pode ser o próximo grande sucesso.
você pode ler as primeiras 50 paginas basta clickar aqui e ser feliz. mas antes agradeça ao Judão